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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Que pássaro é esse? É o sabiá-laranjeira!

Meus amigos são fogo e rapidinho mataram a charada: puxa, gente, é o sabiá-laranjeira! Marcílio Moraes e Bromélia Maria foram os primeiros a responder. Em seguida Lena Trindade, fotógrafa e sócia do COA (Clube de Observadores de Pássaros), instada opor Beth Ritto. confirmou a informação e acrescentou o nome científico - Turdus rufiventris - e ainda me ofereceu o som dele cantando... Show de bola, né?
Um bom recomeço de ano, por assim dizer.
Amanhã, devo ir às Cagarras de barco. Se o tempo estiver bom, em breve novas fotos aqui.
Beijos a todos!

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Exibicionismo alado

(clique na imagem para aumentar)

Não tem jeito, estou igual àquelas personagens do Hitchcock, cercadas de pássaros por todos os lados. Outro dia mesmo fui ao final do Leblon fotografar umas ondas (vocês já perceberam que sou viciado em ondas...) para aproveitar uma segunda-feira de folga. Vento médio, bastante espuma, uns respingos mais fortes, sentei no muro de pedra que avança para o mar e ali me quedei a apreciar a força da natureza. Ao chegar em casa e passar as imagens para o computador, dei de cara com esse (ou essa) intruso, que atravessou na frente da onda exatamente na hora em que eu fotografava. Exibicionismo alado, essa é novidade para mim!

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Sou pedra, sou folha, sou terra


Existe no Jardim Botânico um pequeno recanto que eu chamo "Árvore dos Pássaros". Ali se reúnem diversos tipos de aves, seja por conta das protetoras sombras ao redor, seja por causa da canaleta com água fresca. Aprendi a sentar ali perto e ficar em estado quase vegetativo, a máquina pronta, e se os pássaros se sentem confiantes com minha presença, começam a se aproximar. São momentos intensos em sua calma, emocionantes na sua singeleza, tranqüilos na sua vibração única. Os visitantes do JB que por ali passam e me vêem naquela postura contemplativa devem achar que sou parente do coronel Aureliano Buendía, que terminou seus dias amarrado a uma árvore e coberto de folhas e borboletas. Espero ter um destino melhor do que aquele que Gabriel García Márquez destinou à infeliz família.