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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

A primeira visão

Esta foi a primeira visão que os portugueses tiveram ao chegar à Baía de Guanabara (sem os prédios, é claro...). A vontade que dá é passar uma borracha na foto e deixar só a natureza. Clique na foto para curtí-la no tamanho maior!

sábado, 24 de novembro de 2007

O passado, o futuro

(clique na foto para ampliar)

A Urca é, sem dúvida, um dos recantos mais pitorescos do Rio de Janeiro. Eu ia dizer agradáveis, mas depois da minha visita ao bairro, na última sexta-feira, fiquei em dúvida. O cheiro de esgoto ao longo da orla era quase insuportável. Será que os moradores já se acostumaram? Ninguém vai reclamar? Como é possível que um pequeno paraíso como aquele exale uma catinga tão fétida? Cadê o prefeito desta cidade afogada em bosta?
Indiferente ao terrível fedor, uma dupla familiar aproveitava a manhã luminosa com planos diferentes. Se o pai insistia na lição de pesca, o filho preferia acompanhar ao longe o decolar dos aviões no Santos Dumont. O passado e o futuro, lado a lado, enquanto minha câmera brinca de ser o presente, o aqui, o agora.



terça-feira, 20 de novembro de 2007

E continua linda...

(clique para ampliar)
No feriado de terça, saímos para passear Sofia e eu. Na noite anterior, tinha assistido pela terceira vez ao curta-documentário“City of Splendour”, rodado em 1936 no Rio de Janeiro (se você ainda não viu, corra para ver agora: http://www.youtube.com/watch?v=R23nuppQSRM). Passamos por alguns daqueles logradouros tão plácidos nos anos 30 com os vidros fechados, ar condicionado ligado, alta velocidade. Tive vontade de contar a Sofia que a nossa cidade já foi muito mais linda e amável do que hoje o é, mas calei-me a tempo de ouvi-la dizer, olhando deslumbrada para a paisagem do Aterro do Flamengo: Nossa, papai, que lugar bonito! A minha idade da inocência já se foi há muito, portanto resolvi não interferir na dela. O melhor é que, no fundo, ela tem razão, o Aterro é um lugar muito bonito... O Rio, apesar de tudo, é lindo. E na volta, ao chegar a Copacabana, fomos brindados com este visão do Pão de Açúcar, a rocha incendiada pelo sol do fim da tarde. Não descuidemos da sorte, cariocas: antes, cuidemos de nossa cidade.
PS: Vou pesquisar o diretor do documentário, James A. FitzPatrick. Será que ele rodou mais destes curtas em outras cidades?