sábado, 19 de abril de 2008

Aí vem a tempestade

Quem resiste a espiar uma nuvem carregada quando ela vem pronta para desabar?

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Uma ponte para o infinito

Uma imagem de Baía de Guanabara tomada pela imensidão do Atlântico: nascidos um para um o outro.

Quando os planos dialogam

Detalhe da torre de outra igreja – esta de 1913, com a baía de Guanabara ao fundo.

A cidade e o barco de guerra


No fim da tarde, as imagens se abraçam para construir um cenário quase irreal.

Dois mundos: de 1808 a 2008


No centro, a escultura em ferro no alto do marco da chegada da Família Imperial ao Brasil; ao fundo, as janelas espelhadas do centro financeiro da cidade.

A madona dos telhados


Imóvel, ela abençoa telhas, chaminés, janelas.

A cidade mostra suas feridas

Um detalhe da igreja que fotografei no post anterior. A cruz está na frente de janelas quebradas, apartamentos abandonados, formando um quadro de desolação urbana. Acho que Bob Dylan faria aqui uma canção que se chamaria “Desolation Row”. Hum... será que ele já fez?

Uma igreja bloqueada


Era um dia cinzento e feio, mas mesmo assim decidi conhecer novos lugares em minha cidade. O Rio de Janeiro foi fundado em 1565, e hoje sua arquitetura combina estilos de épocas variadas. Essa igreja, por exemplo, do século XVIII, está bloqueada por prédios construídos na década de 1960, e se alguém quiser ver essas cúpulas, terá que fazer como eu: entrar em outro prédio, procurar a janela de fuga de incêndios e fotografar como se fosse um espião...

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Visões do Arpoador

Visões do Arpoador


Uma nova versão deste vídeo, agora com música de André Mehmari (piano) e Mônica Salmaso (voz). Tomara que vocês gostem!